Entenda antes de implementar
19h–21h30
Letramento em IA: um mapa dos conceitos e das decisões que conectam produto e engenharia. As 2h30 introduzem o método e seus limites; a aplicação guiada vem no sábado.
AI PDLC, SDLC e SDD: do problema à entrega
Onde a IA participa do ciclo de produto (PDLC) e do desenvolvimento de software (SDLC), do discovery ao delivery. SDD é desenvolvimento orientado por especificações: documentação proporcional ao risco, não um documento extenso para cada bug. Brownfield é evoluir uma aplicação existente; greenfield é começar uma nova.
Produto e engenharia: clareza antes do código
Do briefing do problema (problem briefing) ao PRD (documento de requisitos do produto) e aos critérios de aceitação. Como usar skills de refinamento — instruções reutilizáveis para uma tarefa — sem substituir a leitura crítica e a validação humana dos requisitos.
Context Engineering: informação na hora certa
Organize PRD, especificações e instruções em AGENTS.md e RULES.md conforme a ferramenta. Defina papéis de agentes e skills. Use progressive disclosure: disponibilize detalhes conforme a tarefa precisa, em vez de carregar tudo de uma vez.
Tokens, janela de contexto e continuidade
Tokens são unidades de texto processadas pelo modelo; a janela de contexto limita o que cabe em uma interação. Entenda o lost in the middle: informações no meio podem receber menos atenção. Smart Zone e Dumb Zone são heurísticas, não limites universais. Selecione contexto e prepare um handoff para retomar o trabalho em outra sessão.
Harness e Loop Engineering: execução com limites
Harness é a estrutura de ferramentas, instruções e controles ao redor do agente. Loop Engineering organiza o ciclo de executar, observar, avaliar e corrigir ou parar. Guardrails definem limites e pontos de intervenção humana, considerando custo, velocidade e qualidade.
Vertical slices, TDD e AI code review
Vertical slices são fatias verticais: incrementos que funcionam de ponta a ponta. Use TDD para testar antes de implementar. AI code review e AI as Judge ajudam a avaliar código e resultados com critérios definidos, mas também podem errar; a decisão continua sob responsabilidade humana.
Verificação: comportamento real e evidências
Revisão não substitui verificação: execute fluxos reais e confronte critérios de aceitação com evidências de aprovação, falha ou resultado inconclusivo. Com referência ao exemplo de Lauren Tan, conheça a verification skill — instruções para verificar uma aplicação — e o feature map, mapa de funcionalidades e caminhos a testar. A prática é verificar cada fatia, não apenas o resultado final.

